Apenas na primeira semana de funcionamento, o Pix movimentou R$ 9,3 bilhões. No entanto, isso é apenas o início. O sistema foi criado para suportar uma quantidade muito superior de transações. Além disso, o que inclui aquelas feitas por meio de funcionalidades futuras. Entre elas irão estar uma alternativa de QR Code offline e o já aguardado recurso de saque de dinheiro por meio do Pix.

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Recursos novos

A notícia foi compartilhada durante o evento Money Week por BrenoLobo e Carlos Eduardo Brandt, chefe e chefe-adjunto do Departamento de Competição e Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, respectivamente.

No começo, ambos fizeram questão de tirar dúvidas a respeito de cobranças de tarifas no Pix. Eles asseguraram que o serviço é grátis para pessoas físicas e que o banco Central não tem intenção de tarifas as transações para essa categoria.

Pessoas jurídicas irão poder ser tarifadas a partir do ano que vem pelas instituições financeiras em certas situações. No entanto, o BC garante acompanhar de perto esse movimento. Isso porque o órgão aguarda que, a despeito dessas cobranças, a pessoa jurídica tenha diminuição de custos com operações de pagamentos (em relação aos custos que existiam antes do Pix).

É importante lembrar que o Pix irá poder se tarifado de pessoa física quando a transação tiver objetivo comercial (quando a pessoa recebe valores por meio do Pix que correspondem a itens comercializados, por exemplo).

No que se trata dos novos recursos, Brandt mencionou o saque por meio do Pix, funcionalidade que já tinha sido prometida. O foco é tornar possível que o utilizador saque uma quantidade em espécie no caixa de uma loja, por exemplo. Dessa forma, o usuário irá ficar menos dependente de caixas eletrônicos. para a loja, um dos benefícios estará no acúmulo menor de cédulas durante o dia.

Pix terá QR Code para pagamento offline e mais recursos do BC
Pix terá QR Code para pagamento offline e mais recursos do BC – Foto: Reprodução/Tecnoblog

QR Code offline e Pix garantido

Outra funcionalidade futura em destaque é o QR Code offline. Para realizar um pagamento por meio do Pix, o smartphone do utilizador necessita estar conectado à internet. Nos momentos em que isso não for possível, o recebedor (como um estabelecimento) poderá criar o QR Code de pagamento e “rotear” a conexão para que o pagador faça a transação. No entanto, não ficou claro como isso irá funcionar.

Lobo e Brandt também citaram o Pix garantido. Esse recurso será parecido com o Pix agendado (torna possível agendar um pagamento por meio do Pix para uma data em específico). A diferença é que o recebedor terá garantido o recebimento do valor na data mencionada, mesmo que o pagador não tenha saldo para isso. Nesse caso, o valor será garantido pela instituição financeira utilizada pelo pagador.

Débito automático, pagamento por aproximação (NFC) e um tipo de modelo do DDA (Débito Direto Autorizado) estão entre as outras funções previstas para o Pix.

No entanto, nenhuma dos recursos citados tem previsão para estrearem. O BC divulga somente que irá começar a pesquisar a respeito delas no início do ano que vem.

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