Pegue emprestado de fontes diferentes o suficiente e você terá algo inteiramente novo. Esse é o mantra do design que alimenta ‘Outland’, um título visualmente cativante com jogabilidade sólida o suficiente para fazer backup de seu estilo amplo. Misturar exploração, combate corpo a corpo, plataformas e mecânica de tiro em um conceito singular parece uma tarefa difícil, mas a Housemarque consegue esse feito.

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‘Outland’ baseia-se na mitologia mesoamericana para criar uma história arquetípica de herói. Enquanto a narrativa é nua, seu tema sobrevive através de belos cenários e níveis de sonho. Enquanto eu vagava pelos ambientes, fazia uma pausa contínua para admirar a obra de arte intrincada e a mudança de cores. Cada nível tem um personagem próprio, mas o jogo mantém um estilo unificado de tirar o fôlego.

Comparações com outro jogos do tipo

Outland: veja o review completo do game! - Foto: ST MAS
Outland: veja o review completo do game! – Foto: ST MAS

Vagando por esses locais lindos, não se pode deixar de fazer comparações com jogos de exploração 2D semelhantes.  Grande parte da jogabilidade gira em torno da construção de um conjunto de poderes que permitirá que você alcance áreas antes inacessíveis. Embora este elemento de exploração não seja bem profundo, os níveis engenhosamente projetados são preenchidos com muitas passagens secretas e o power-up ocasional. Ao longo do caminho, um sistema de combate de espada simples, mas agradável, coloca você contra os habitantes desta terra mesmérica. Um sistema de checkpoint generoso evita muita dor de cabeça – a morte pode ser comum, mas raramente você começa muito no passado.

A grande característica que diferencia ‘Outland’ de outros jogos de exploração foi emprestada do clássico jogo de tiro japonês Ikaruga. Os jogadores ganham a capacidade de alternar entre um estado claro e escuro (azul e vermelho), e muitos dos quebra-cabeças do jogo, desafios de plataforma e encontros de combate são construídos em torno dessa natureza dupla. Mude para o azul e você absorverá projéteis de cores semelhantes, ativará plataformas azuis e poderá causar danos a inimigos vermelhos. Inverta as cores e a situação se inverte. Uma vez que você tenha entendido o conceito, o jogo perderá pouco tempo jogando cenários diabólicos em sua direção. Ambas as cores sofrem misturas em padrões variáveis ??de projéteis girando. Os inimigos de ambas as cores atacam ao mesmo tempo. As plataformas ascendentes de vermelho e azul devem ser ativadas para frente e para trás no meio do salto.

A troca de cores

 Outland: veja o review completo do game! - Foto: TT MAS
Outland: veja o review completo do game! – Foto: TT MAS

A loucura da troca de cores vem à tona em várias lutas de chefes em vários estágios. Esses inimigos massivos são difíceis e as batalhas demoradas. Eles constroem em dificuldade até o último, que acaba sendo um dos encontros finais mais difíceis com o chefe dos últimos anos. Como os níveis entre essas lutas, os chefes tomam atenção cuidadosa e reconhecimento de padrões, mas param antes de longas sequências de ataque memorizadas. Em vez disso, reflexos rápidos e um olhar cuidadoso para a combinação de cores salvarão o dia.

‘Outland’ também tem um excelente modo coop online para dois jogadores. Embora a falta de coop local seja decepcionante, a opção online tem muita diversão. A Housemarque chegou ao ponto de incluir várias áreas de desafio designadas para coops que só podem ser enfrentadas com um amigo. Enquanto isso, a campanha principal assume uma nova dimensão, à medida que os jogadores são forçados a sincronizar seus saltos e ataques enquanto alternam entre os estados de cores.

Conclusão

Outland: veja o review completo do game! – Foto: UB MAS

Eu teria adorado uma história mais significativa ou encorpada em Outland, mas pelo menos a narrativa mística mantém a vibração irreal que o resto do jogo exala. Além disso, as plataformas repletas de ação, a música hipnótica e a estética marcante tornam ‘Outland’ um jogo obrigatório. Eu sempre fico surpreso que mais desenvolvedores não criam jogos de exploração 2D. Com ‘Outland’, não apenas obtemos uma grande entrada no gênero, mas uma variação única do tema diferente de tudo no mercado.

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